Aos mortos dedico esta poesia
Pois do mundo estão livres,
Não tem a obsessão de um ourives
E nem vivem de completa heresia.
Descansam em uma completa paz
Sem nenhuma perturbação,
Sem dores para sentir no coração,
Não são um carnífice voraz.
Como eu gostaria de morrer também,
Para ver de perto o além
E vivo não mais ser.
Pois os vivos não tem sentimentos
E encaram com frialdade seus vivos momentos,
São esses que devemos temer...
04/04/2003
Um comentário:
Bons tempos aqueles em que esta poesia foi escrita.
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